Hoje, dia 05/04, assisti ao filme do Chico Xavier. Sou espírita desde que nasci. As histórias contata no filme é de conhecimento da maioria dos espíritas, o programa pinga-fogo de 1971, o caso de absolvição na justiça por uma psicografia, os casos de sua infância sofrida, sua descoberta da mediunidade, a repercussão de seu 1º livro de poesias e etc.
Dá muito orgulho ver todas estas histórias numa sala de cinema, em um filme bem feito, com bons atores e boas atuações. Orgulho sim, de ver a vida de um irmão que compartilhou a mesma doutrina que a nossa ser retratado em um filme e ser admirado por um país inteiro.
A vida de Chico é tão fantástica que até os espíritas que muito o conhecem não o entendem bem. Uns dizem que ele é reencarnação de Allan Kardec e se preocupam com isso, outros o colocam em suas vidas como uma imagem de um santo em um oratório, portanto o idolatram.
Se espíritas não o entendem bem imaginem as pessoas de diferentes religiões... Chico realmente foi uma pessoa incomum, mas a sua obra, a sua mediunidade não tem nada de anormal, existem leis que regem a comunicabilidade com o mundo espiritual e a reencarnação. Allan Kardec organizou e nos mostrou tudo há dois séculos atrás. Ou não acreditamos porque ainda somos ignorantes ou porque não acreditar é a escolha para não nos envolvermos com a verdade.
Chico viveu a verdade, conseguiu alcançar os seus objetivos de vida com muita DISCIPLINA, sofrimento e abnegação. Por isso para mim Chico não é santo, não é mito, é um irmão e um grande exemplo de vida. Devemos agradecer a Deus por ter um exemplo tão próximo a seguir, Chico viveu em nosso país, em nosso Estado e foi nosso contemporâneo. Eu agradeço a Deus por isso.
Voltando ao filme, durante a sessão vi a sala de cinema se transformando como se fosse um centro espírita, ou uma igreja, se preferirem assim. Um local onde espíritos amigos se aproveitavam do filme, das imagens, enfim da vida de Chico retratada na telona e auxiliavam com conselhos, mensagem, enfim boas vibrações, bons fluídos a todos que assistiam ao filme. Se isso realmente aconteceu, seria algo extraordinário? Algo sobrenatural?
Acredito que não. No Livro dos Espíritos Allan Kardec elabora a questão 459: Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? A resposta dos espíritos foi a seguinte. “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”
Grade Felipe, amigo q coincidência a minha postagem de hj foi sobre o Chico, gostei muito do filme!!!
ResponderExcluirGrande abraço!